Os “pseudointelectuais”
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Pseudointelectuais, é assim que se escreve? Não quero cometer muitos erros, num texto onde a palavra “ intelectuais”, está enunciada. Uiiii! Medo. Já há muito que associo a palavra “ intelectual” a gente de m . Se calhar está errado. Segundo a Wikipédia, o termo “intelectual” “deriva do latim tardio intellectualis, adjetivo que indica aquilo que, em filosofia, diz respeito ao intelecto na sua atividade teórica, ou seja, separado da experiência sensível - esta considerada como de grau cognitivo superior. “
( Sendo assim, acredito que não haja apenas gente de m. Acho.)
Voltando ao significado, muita atenção à ultima parte: “… grau cognitivo superior” . É aqui que esta palavra se escarrapacha ao comprido. É que há muita gente a querer ser, ou parecer, de grau cognitivo superior. Até acho bem, tentar evoluir e crescer, mas não tenham a pretensão de acharem que têm a razão absoluta de tudo. A malta é livre de gostar, de criticar positiva ou negativamente mas, acima de tudo, é livre de consumir ou não. A liberdade de consumo, é a liberdade dos verdadeiros intelectuais. Deixando conceitos de parte, a malta que opina, que estuda, que investiga, que, verdadeiramente tem cultura, toma apenas duas opções : ou consome ou não consome. Não perde tempo a tentar destruir aquilo de que, aparentemente, não gosta. Na música, no teatro, na literatura, há que estar sempre presente a palavra “liberdade” e nunca a palavra “intelectual”. O País, o mundo, evolui com a variedade e com a liberdade de escolha. O país, o mundo, não evolui com o castrar daquilo que não se gosta ou que não se concorda. Não percam tempo a vestirem a pele de “intelectuais”, para poderem cometer” fraudes intelectuais”. Escolhamos livremente o que nos faz feliz. Respeitem a Liberdade de escolha, em tudo!
Beijinhos